terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

Aluno AESO tem desconto em curso de Photoshop

Alunos das Faculdades Integradas Barros Melo (AESO) terão desconto de 50% no curso "Photoshop CS3: Tratamento e Manipulação de Imagens", com Alexandre Keese, que acontece no dia 1 de março, no Centro de Convenções. Trata-se de um módulo de aulas expositivas que será ministrado das 8h às 18h, com coffee break e intervalo para almoço (não inlcuído no valor do ingresso). A entrada para o workshop custa R$ 248,00, no entanto, aluno da AESO paga apenas R$ 124,00. Ao final do dia de atividades, será dado certificado para os participantes.

Informações: 3339.5955

Inscrições: www.psdicasetruques.com.br

* Para ganhar o desconto, informar, no ato da inscrição, que é aluno das Faculdades Integradas Barros Melo.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2008

Fotos inéditas de Capa são descobertas

Uma série de negativos inéditos do fotógrafo de guerra Robert Capa, feitas na Guerra Civil Espanhola, foi descoberta no México. Na edição de ontem, o jornal "New York Times'' publicou uma foto da "mala mexicana'', forma usada por especialistas para se referir à valise com os negativos.
Foram ainda encontradas imagens atribuídas aos fotógrafos David Seymour e Gerda Taro, companheira de Capa, morto em 1954, que acreditava ter perdido a mala durante a invasão nazista na Europa.
Achados pelos herdeiros do general mexicano Francisco Javier Aguilar González, os negativos foram levados ao Centro Internacional de Fotografia de Nova York, fundado pelo irmão de Capa, Cornell.
"Este é o Santo Grall do trabalho de Capa'', disse Brian Wallis, chefe-curador do centro.

Fotógrafo do cinema italiano ganha mostra



Mario Gioia
Da Folha de São Paulo


Ele eternizou algumas das mais famosas imagens de filmes do cinema italiano, mas ainda assim é modesto ao falar sobre sua contribuição. "Tive sorte em estar no momento certo em Cinecittà." O italiano Mimmo Cattarinich, 70, fotógrafo de sets de filmagem, ganha exposição com 112 fotografias que começa amanhã no Sesc Pinheiros, em São Paulo.
Cattarinich começou a trabalhar nos anos 50, como assistente de dois reconhecidos fotógrafos, Di Giovanni e Sergio Strizzi, e, na década seguinte, assumiu sozinho o still de alguns longas-metragens rodados em Cinecittà. Tudo isso por acaso, segundo ele.
"Meu pai tinha um bar e restaurante no estúdio de Dino De Laurentiis. Me encantei com o "star system' de lá. Me diga, onde um rapaz jovem poderia querer ficar com aquele desfile de celebridades e mulheres bonitas, como Silvana Mangano?", conta ele, que aproveitou uma recuperação no colégio para começar na profissão e não voltar mais para a escola.
O fotógrafo lembra que astros de Hollywood eram comuns nos estúdios. "Mas o que mais me interessava eram os nossos ídolos: Vittorio Gassman, Alberto Sordi, Totò", diz.
Ao acompanhar o trabalho de Di Giovanni, começou a esboçar seu estilo. "Não sou um grande fotógrafo. Mas persigo aquele momento-chave, quando os atores estão no auge de sua atuação. O modo como Di Giovanni encontrava a luz para a foto também me marcou."
Tazio Secchiarolli, conhecido como paparazzo e que ganhou mostra recente em São Paulo, é outra de suas influências. "Esse lado de exibir os bastidores de cena, de "roubar' fotos, quase documental, ajudou a compor meu estilo."
Na exposição, destacam-se registros de filmes hoje clássicos, como "A Noite", de Antonioni, e "O Leopardo", de Visconti. Dos diretores, lembra o perfeccionismo. "O fotógrafo de still não podia mexer um milímetro do que a câmera captava. Mas eles eram grandes estetas, tinham equipes grandes e faziam tudo o que planejavam."
A mostra guarda um espaço especial para os dois grandes interlocutores de Cattarinich -Fellini e Pasolini. "Fellini era familiar, seus sets sempre eram cheios de mulheres bonitas. Já Pasolini era muito gentil, falava baixo, se preocupava com todos, até nas partidas de futebol que jogávamos."
Entre as mais belas imagens da exposição, está a que retrata a soprano María Callas, de semblante triste, junto de Pasolini, em ruínas que serviram de cenário para "Medéia", em 1969. "Ela estava deprimida por causa do final do relacionamento com Onassis. Mas adorava Pasolini, os dois tinham uma ligação muito forte", lembra ele.
Cattarinich se comove ao lembrar da morte de Pasolini, em 1975. "Estava em um set de Bolognini, também muito amigo dele. Foi um choque."

MIMMO CATTARINICH - O MAGO DA LUZ
Quando: de ter. a sex., das 13h às 21h30, sáb., dom. e feriados, das 10h às 18h30; até 30/3
Onde: Sesc Pinheiros (r. Paes Leme, 195, tel. 0/xx/11/3095-9400)
Quanto: entrada franca

Pinacoteca exibe 120 imagens do fotógrafo Boris Kossoy



Mario Gioia
Da Folha de São Paulo


O fantástico, o político e o arquitetônico convivem na fotografia de Boris Kossoy, 66, que ganha uma exposição com cerca de 120 imagens na Pinacoteca do Estado.
"Acho que desde 1955, ano dos meus primeiros registros, também na mostra, esses caminhos são traçados paralelamente. Às vezes um deles emerge, depois fica oculto, e assim vai", avalia Kossoy, um dos mais respeitados teóricos de fotografia no Brasil, professor da ECA-USP (Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo) e arquiteto de formação.
Essas primeiras imagens estão na abertura do espaço expositivo, com uma fotomontagem de um disco voador sobrevoando um ainda elegante bairro Campos Elíseos ou em um olhar da avenida São João com as bordas desfocadas. "A foto da avenida já revela algo cinematográfico, que também será uma influência forte em meus trabalhos", diz Kossoy.
O fotógrafo diferencia o fantástico, sua produção mais celebrada, do surreal. "São coisas distintas. O fantástico tem muito do literário, é a convivência de situações aparentemente desconexas que, com a quebra de um olhar monótono, criam uma nova verdade."
Nessa fase, Kossoy cria uma espécie de alter ego, Américo, um boneco que vai estar em diversos registros por toda a sua trajetória. "Não faço auto-retratos, o Américo já cumpre esse lado por mim", afirma ele.
Em algumas situações, o fantástico dialoga com o político, principalmente nas imagens de manequins retratadas por Kossoy. Uma delas, com manequins abandonados como se fossem cadáveres, feita nos anos 70, foi adquirida pelo MoMA, de Nova York, e usualmente é apontada como um dos destaques de sua fase política.
Os manequins farão parte de diversos momentos da fotografia de Kossoy. "Eles são uma espécie de síntese em minha obra. Olham para a câmera, participam de situações estranhas, meio vivos e meio mortos, parecem comentar algo."
O olhar mais documental de Kossoy também está presente na mostra, com fortes imagens de uma Nova York bastante degradada no início dos anos 70, por exemplo. Parte das fotografias farão parte de um livro retrospectivo que a Cosac Naify lançará no segundo semestre.

BORIS KOSSOY - O CALEIDOSCÓPIO E A CÂMERA
Quando: de ter. a dom., das 10 às 18h; até 30/3
Onde: Pinacoteca do Estado (pça. da Luz, 2, tel. 3324-1000)
Quanto: R$ 4; sáb., entrada franca

quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

Concurso de Fotografia - Grupo Nordeste

O Grupo Nordeste abre inscrições para o prêmio Grupo Nordeste de Fotografia. O tema é “Folclore e Arte Popular”. Além da inscrição feita pelo site www.fiquetranquilo.com/concurso, o candidato terá que enviar também a ficha impressa com, no máximo, duas fotos que deverão medir 15x21 centímetros. Os candidatos podem se inscrever nas categorias: Profissional, Estudante e Funcionário. A premiação para a categoria Profissional será de R$ 3 mil para o primeiro lugar, R$ 2 mil para o segundo e R$ 1 mil para o terceiro. Na Estudante, o prêmio será de R$ 1,5 mil. Já para a categoria Funcionário, o ganhador receberá um computador. O resultado será divulgado dia 24 de março na home do concurso.

quarta-feira, 19 de dezembro de 2007

Aluno Pedro Nunes vence concurso

O aluno do curso de Bacharelado em Fotografia da AESO, Pedro Nunes, está entre os vencedores do Concurso de Fotografia "Pernambuco Nação Cultural", promovido pela Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe). Ao todo, 13 fotografias que representam as manifestações culturais das 12 Regiões de Desenvolvimento do Estado de Pernambuco, além de Fernando de Noronha, foram selecionadas. A fotografia de Pedro Nunes representa o Agreste Sententrional e traz o título de "Fogo Feliz". Os vencedores, além de ganharem um prêmio de R$ 1,5 mil, terão as imagens publicadas no calendário 2008 da Fundarpe.

Resultado Concurso de Fotografia Fundarpe

O Concurso de Fotografia Pernambuco Nação Cultural chegou ao fim do processo seletivo, escolhendo 13 fotografias que representam as manifestações culturais das 12Regiões de Desenvolvimento do Estado, além de Fernando de Noronha. Os vencedores, além de ganharem um prêmio de R$ 1,5 mil, terão as imagens publicadas no calendário 2008 da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe).
Na Região de Desenvolvimento 01, que corresponde ao Sertão de Itaparica, a fotografia vencedora foi Pankararus, de Fred Jordão. O mesmo autor também faturou a melhor foto da RD 02 (Sertão do São Francisco). A foto Pega de boi no mato, de José Pessoa Filho, foi escolhida como a representativa da RD 03 (Sertão do Araripe). Hans Von Manteuffel (Alemão) teve duas obras escolhidas: Missa do Vaqueiro (RD 04 - Sertão Central) e Caretas de Triunfo (RD 05 - Sertão do Pajeú). A foto que representou a RD 06 (Sertão do Moxotó) foi de Hélia Scheppa, A roda do coco.
No Agreste Meridional (RD 07), venceu a fotografia Personagens de Buíque, de Janderson Nobre, enquanto no Agreste Central (RD 08), figurou como ganhadora a foto Espadas de fogo, de Beto Figueirôa. Pedro Nunes levou a melhor no Agreste Setentrional, com a foto Fogo Feliz.
Na Mata Sul (RD 10), Pescadores de Sirinhaém, de Germana Soares foi a vencedora e, na Mata Norte, Combate caboclo em terreiro amigo, de Tom Cabral. A foto que representará a Região Metropolitana do Recife (RD 12) será a Multiimaterial, do fotógrafo Adauto Júnior. Por fim, no arquipélago de Fernando de Noronha a foto vencedora foi Artesão da Pesca, de Mateus Sá.
Os trabalhos inscritos tiveram como tema o patrimônio imaterial de Pernambuco, como manifestações culturais, folguedos e festividades, entre outras expressões presentes no Estado. Cada uma das 12 Regiões de Desenvolvimento será representada por uma fotografia. O arquipélago de Fernando de Noronha completa a lista.

REGIÕES DE DESENVOLVIMENTO

RD 1 (Sertão de Itaparica) - Pankararus, de Fred Jordão

RD 2 (Sertão do São Francisco) - Ana das Carrancas, de Fred Jordão

RD 3 (Sertão do Araripe ) - Pega de boi no mato, de José Pessoa Filho

RD 4 (Sertão Central ) - Missa do Vaqueiro, de Hans Von Manteuffel (Alemão)

RD 5 (Sertão do Pajeú) - Caretas de Triunfo - de Hans Von Manteuffel (Alemão)

RD 6 (Sertão do Moxotó) - A roda do coco, de Hélia Scheppa

RD 7 (Agreste Meridional) - Personagens de Buíque, de Janderson Nobre

RD 8 (Agreste Central) - Espadas de Fogo, de Beto Figueirôa

RD 9 (Agreste Sententrional) - Fogo Feliz, de Pedro Nunes

RD 10 (Mata Sul) - Pescadores de Sirinhaém, de Germana Soares

RD 11 (Mata Norte ) - Combate caboclo em terreiro amigo, de Tom Cabral

RD 12 (Região Metropolitana do Recife) - Multimaterial, de Adauto Júnior

Arquipélago de Fernando de Noronha - Artesão da Pesca, de Mateus Sá